som da concha Archives - O Bracht https://novo.obracht.com.br/tag/som-da-concha/ Atualidade com olhar leve e relevante Thu, 12 Dec 2024 12:31:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://novo.obracht.com.br/wp-content/uploads/2024/11/O-1-65x65.png som da concha Archives - O Bracht https://novo.obracht.com.br/tag/som-da-concha/ 32 32 Gio Resquin e Falange da Rima encerram o Som da Concha 2024 https://novo.obracht.com.br/gio-resquin-e-falange-da-rima-encerram-o-som-da-concha-2024/ https://novo.obracht.com.br/gio-resquin-e-falange-da-rima-encerram-o-som-da-concha-2024/#respond Thu, 12 Dec 2024 12:31:51 +0000 https://novo.obracht.com.br/?p=3838 Show gratuito no Parque das Nações Indígenas reúne música fronteiriça e hip-hop para celebrar a cultura de Mato Grosso do Sul

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O encerramento do Som da Concha 2024 acontece neste domingo, 15 de dezembro, em Campo Grande. O evento promete ser um marco na agenda cultural de Mato Grosso do Sul. Ele une a cantora Gio Resquin, com o show “Brasiguaia”, e o grupo Falange da Rima, apresentando o espetáculo “Falange da Rima Homenageia a Música de MS”. A programação começa às 18 horas, na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, com entrada gratuita.

Criado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), o Som da Concha tem o objetivo de valorizar e promover a música regional. Em 2024, o projeto inovou ao levar apresentações para cidades do interior. Assim, ampliou o acesso à cultura sul-mato-grossense.

Gio Resquin: um encontro entre Brasil e Paraguai

Natural de Ponta Porã, Gio Resquin traz em seu show “Brasiguaia” uma fusão das culturas brasileira e paraguaia. Devido à sua origem fronteiriça, a cantora busca resgatar e modernizar as influências culturais da região. Ela vai além de tradições como a sopa paraguaia e o tereré.

Com um repertório que mescla gêneros como kachaka, reggaeton, polca, cumbia, vallenato e bachata, Gio transforma o palco em um espaço de conexão entre passado e presente. Seu trabalho celebra as raízes fronteiriças e inova ao combinar esses estilos tradicionais com elementos do pop e do reggaeton eletrônico.

Como a própria artista define, “Brasiguaia” é mais do que um show. Em outras palavras, é uma experiência que emociona, conecta e convida o público a vivenciar a essência da fronteira entre Brasil e Paraguai.

Falange da Rima: a voz das periferias

Pioneiro no rap sul-mato-grossense, o Falange da Rima é reconhecido por sua longa trajetória. Desde 1998, o grupo utiliza suas letras para abordar questões sociais como criminalidade, desigualdade e preconceito.

No encerramento do Som da Concha 2024, o grupo apresentará um repertório especial. Eles homenagearão grandes nomes da música regional, como Almir Sater, Délio e Delinha e Bêbados Habilidosos. Assim, unem a força do hip-hop à tradição musical de Mato Grosso do Sul. O resultado será um espetáculo único e inesquecível.

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Vozmecê e MC Anarandà unem ritmos e ancestralidade no Som da Concha https://novo.obracht.com.br/vozmece-e-mc-anaranda-unem-ritmos-e-ancestralidade-no-som-da-concha/ https://novo.obracht.com.br/vozmece-e-mc-anaranda-unem-ritmos-e-ancestralidade-no-som-da-concha/#respond Mon, 11 Nov 2024 17:29:17 +0000 https://novo.obracht.com.br/?p=3036 O evento acontecerá no domingo, 17 de novembro, a partir das 18h

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A Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, será palco de mais uma edição do Som da Concha. O evento acontecerá no domingo, 17 de novembro, a partir das 18h, com entrada gratuita. Esta edição promete trazer a diversidade cultural de Mato Grosso do Sul por meio das apresentações do duo Vozmecê e da rapper indígena MC Anarandà.

Criado em 2008 pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), hoje vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), o Som da Concha busca valorizar os artistas locais. Este ano, o evento se expande para o interior do estado, levando cultura e música para um público ainda maior.

Vozmecê: lançamento do álbum “TROPICAPOLCA”

Abrindo a programação, o duo Vozmecê, formado por Namaria Schneider e Pedro Fattori, apresenta o show “TROPICAPOLCA: Neotropical do Mato”, que marca o lançamento de seu primeiro álbum. Este trabalho foi inspirado em uma jornada por 17 estados do Brasil, vivida a bordo de uma van. Durante essa experiência, o casal coletou influências culturais que agora compõem as canções.

O álbum mistura ritmos brasileiros, como samba, maracatu, axé e baião, com a polca paraguaia e o rock alternativo. Essa combinação única reflete a riqueza cultural de Mato Grosso do Sul. Para o show, Vozmecê contará com uma banda diversa, incluindo Ju Souc na bateria e Gustavo Gauto no trompete.

Além disso, as letras das músicas abordam temas como igualdade de gênero, reflexões existenciais e a hegemonia cultural. Não à toa, o duo já se apresentou em importantes festivais, como o Campão Cultural e o Festival de Inverno de Bonito, e venceu o prêmio de Melhor Música Popular no Festival Universitário da Canção com “Tio Sam”.

MC Anarandà: resistência e ancestralidade no rap

Logo depois, MC Anarandà apresenta o espetáculo “Kunã Kuera em Rima (Mulheres em Rima)”, que une o rap à cultura guarani-kaiowá. Nascida na Aldeia Guapoy, em Amambai, Anarandà canta em português e guarani, trazendo sua voz como símbolo de resistência.

A artista utiliza suas músicas para abordar temas sociais e denunciar as dificuldades enfrentadas por mulheres indígenas. Suas letras, como na música “Feminicídio”, falam sobre violência e a luta por igualdade. Além disso, ela reforça a conexão com a ancestralidade ao incluir cânticos e rezas tradicionais, conduzidos pela rezadeira Nhadesy Roseli.

A rapper estará acompanhada por Kezia Miranda, que adiciona um toque instrumental com violino e flauta, e pelo DJ Magão, responsável por incorporar sons da natureza ao show. Essa mistura cria uma experiência sonora única, conectando o público à essência da cultura indígena.

Uma noite para celebrar a música e a diversidade cultural

Com Vozmecê e MC Anarandà, o Som da Concha oferece uma experiência inesquecível. O evento é uma oportunidade para o público se conectar com os ritmos, histórias e a ancestralidade que definem Mato Grosso do Sul.

Portanto, marque na sua agenda: domingo, 17 de novembro, às 18h, na Concha Acústica Helena Meirelles. Entrada gratuita.

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