espaço vidarte Archives - O Bracht https://novo.obracht.com.br/tag/espaco-vidarte-2/ Atualidade com olhar leve e relevante Tue, 06 May 2025 13:39:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://novo.obracht.com.br/wp-content/uploads/2024/11/O-1-65x65.png espaço vidarte Archives - O Bracht https://novo.obracht.com.br/tag/espaco-vidarte-2/ 32 32 Prevenção do Alzheimer: hábitos saudáveis podem reduzir o risco da doença que atinge milhões de pessoas no mundo https://novo.obracht.com.br/prevencao-do-alzheimer-habitos-saudaveis-podem-reduzir-o-risco-da-doenca-que-atinge-milhoes-de-pessoas-no-mundo/ https://novo.obracht.com.br/prevencao-do-alzheimer-habitos-saudaveis-podem-reduzir-o-risco-da-doenca-que-atinge-milhoes-de-pessoas-no-mundo/#respond Tue, 06 May 2025 14:15:00 +0000 https://novo.obracht.com.br/?p=5843 Com alimentação equilibrada, exercícios físicos e estímulos mentais, é possível fortalecer o cérebro e prevenir a Doença de Alzheimer

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A Doença de Alzheimer atinge mais de 55 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora não exista cura, diversos estudos mostram que é possível reduzir o risco de desenvolver a doença com atitudes preventivas no dia a dia.

Especialistas alertam que até 40% dos casos de demência poderiam ser evitados ou adiados com mudanças no estilo de vida, principalmente entre os 40 e 65 anos. Ou seja: a prevenção pode começar muito antes dos primeiros sinais.

A comida que nutre o cérebro

Uma alimentação saudável está entre as principais estratégias de prevenção. Dietas como a mediterrânea e a DASH, ricas em vegetais, azeite de oliva, grãos integrais e peixes, favorecem a saúde cerebral. Esses alimentos reduzem a inflamação e protegem os vasos sanguíneos, fundamentais para o bom funcionamento do cérebro.

Por outro lado, o consumo excessivo de açúcar, gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados contribui para o surgimento de doenças como diabetes e hipertensão, que também estão ligadas ao Alzheimer.

Corpo em movimento, mente protegida

Além da alimentação, a prática regular de exercícios físicos ajuda a manter o cérebro ativo. Caminhadas, natação, dança e musculação melhoram a circulação sanguínea, aumentam os níveis de serotonina e reduzem o estresse — um dos gatilhos para o comprometimento cognitivo.

Manter a mente em movimento também é essencial. Ler livros, fazer palavras-cruzadas, aprender um novo idioma ou tocar um instrumento musical fortalece as conexões entre os neurônios.

Dormir bem e cultivar vínculos

A qualidade do sono é outro fator determinante na prevenção do Alzheimer. Durante o sono profundo, o cérebro realiza uma espécie de “limpeza”, eliminando toxinas como a beta-amiloide, proteína relacionada ao desenvolvimento da doença.

Além disso, interações sociais frequentes e o cuidado com a saúde emocional fazem toda a diferença. A solidão, a ansiedade e a depressão aceleram o declínio cognitivo. Por isso, manter vínculos afetivos e buscar apoio psicológico quando necessário deve ser parte da rotina de autocuidado.

Diagnóstico precoce e apoio

Identificar os sinais precocemente ajuda a melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Mudanças no comportamento, esquecimentos frequentes e dificuldade para realizar tarefas simples exigem atenção. Em Campo Grande, espaços como o Espaço Vidarte oferecem atendimento humanizado e suporte especializado para pacientes e familiares.

Informação é a melhor prevenção

Falar sobre o Alzheimer é combater o preconceito e promover o envelhecimento saudável. Com escolhas simples, é possível proteger o cérebro e viver com mais autonomia, memória e bem-estar.

Espaço Vidarte
R. André Barros, 56 – Vila Sargento Amaral, Campo Grande – MS
@espacovidarteoficial/

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Entenda a Doença de Parkinson: causas, sintomas e avanços no tratamento https://novo.obracht.com.br/entenda-a-doenca-de-parkinson-causas-sintomas-e-avancos-no-tratamento/ https://novo.obracht.com.br/entenda-a-doenca-de-parkinson-causas-sintomas-e-avancos-no-tratamento/#respond Mon, 28 Apr 2025 13:15:00 +0000 https://novo.obracht.com.br/?p=5709 Distúrbio neurológico atinge milhões de pessoas no mundo e tem tratamento que melhora a qualidade de vida

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A Doença de Parkinson é um distúrbio neurológico crônico e progressivo que afeta principalmente o sistema motor, comprometendo a coordenação, o equilíbrio e o controle dos movimentos. Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas no mundo vivam com a condição, segundo dados da Parkinson’s Foundation.

Identificada pela primeira vez no início do século XIX pelo médico britânico James Parkinson, a doença é caracterizada pela degeneração de células produtoras de dopamina, um neurotransmissor essencial para a comunicação entre os neurônios.

Causas e fatores de risco

Embora as causas exatas da Doença de Parkinson ainda não sejam completamente compreendidas, especialistas apontam uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

Além disso, o envelhecimento é um dos principais fatores de risco, já que a maioria dos diagnósticos ocorre em pessoas acima dos 60 anos. Outros fatores incluem histórico familiar, exposição prolongada a pesticidas e traumatismos cranianos repetitivos.

Principais sintomas

O Parkinson se manifesta de forma diferente em cada paciente, mas alguns sinais são considerados clássicos da doença. Entre os principais sintomas, destacam-se:

  • Tremores, principalmente em repouso
  • Rigidez muscular
  • Lentidão de movimentos (bradicinesia)
  • Instabilidade postural e quedas frequentes
  • Alterações na fala e na escrita

Além dos sintomas motores, muitos pacientes desenvolvem problemas não motores, como depressão, distúrbios do sono, alterações cognitivas e disfunções do sistema nervoso autônomo.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da Doença de Parkinson é clínico e feito por médicos neurologistas, com base na avaliação dos sintomas e no histórico do paciente. Atualmente, não existe um exame específico que confirme a doença, embora testes de imagem, como a ressonância magnética, possam ser utilizados para descartar outras condições.

Quanto ao tratamento, embora a cura ainda não tenha sido descoberta, existem diversas formas de controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. As abordagens incluem:

  • Medicamentos que aumentam ou imitam a dopamina, como a levodopa
  • Terapias ocupacionais, físicas e fonoaudiológicas
  • Estimulação cerebral profunda (DBS), uma cirurgia que implanta eletrodos no cérebro para reduzir sintomas
  • Apoio psicológico e práticas integrativas, como fisioterapia aquática e mindfulness

Avanços e perspectivas

Nos últimos anos, a ciência tem avançado significativamente na compreensão do Parkinson. Por exemplo, pesquisas com células-tronco, terapias gênicas e medicamentos neuroprotetores abrem novas perspectivas de tratamento para o futuro.

Além disso, o diagnóstico precoce, aliado a um tratamento multidisciplinar, tem possibilitado que muitos pacientes mantenham autonomia e qualidade de vida por mais tempo.

Convivendo com o Parkinson

Receber o diagnóstico de Doença de Parkinson pode ser desafiador, mas informação e apoio fazem toda a diferença. Assim, manter um estilo de vida ativo, adotar uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regulares e contar com uma rede de suporte são atitudes fundamentais para o enfrentamento da doença.

Organizações de apoio, como a Associação Brasil Parkinson e outras entidades regionais, oferecem suporte emocional, orientações práticas e promovem atividades que estimulam o bem-estar dos pacientes e seus familiares.

Se você busca um tratamento diferenciado e acolhedor, o Espaço Vidarte pode ser a solução para proporcionar mais qualidade de vida a quem enfrenta essa jornada.

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Demência Mista: Quando dois tipos de Demência afetam o mesmo paciente https://novo.obracht.com.br/demencia-mista-quando-dois-tipos-de-demencia-afetam-o-mesmo-paciente/ https://novo.obracht.com.br/demencia-mista-quando-dois-tipos-de-demencia-afetam-o-mesmo-paciente/#respond Fri, 11 Apr 2025 21:14:10 +0000 https://novo.obracht.com.br/?p=5520 Associação entre Alzheimer e demência vascular é a combinação mais comum da chamada demência mista, que desafia médicos e famílias pela complexidade dos sintomas

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Você sabia que uma pessoa pode ter mais de um tipo de demência ao mesmo tempo? Esse quadro clínico é chamado de demência mista e representa um desafio tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento. O caso mais comum ocorre quando há a combinação entre Alzheimer e demência vascular, reunindo características de ambos os distúrbios.

Embora ainda subdiagnosticada, a demência mista tem ganhado maior atenção com o avanço dos exames neurológicos. Pesquisas mostram que uma proporção significativa de pacientes diagnosticados com Alzheimer apresenta também sinais de lesões vasculares no cérebro.

O que é a demência mista?

A demência mista é definida pela presença de alterações cerebrais associadas a dois ou mais tipos de demência, sendo as mais frequentes:

  • Doença de Alzheimer: caracteriza-se pelo acúmulo de placas de proteína beta-amiloide e emaranhados de proteína tau, afetando principalmente a memória.
  • Demência vascular: causada por lesões nos vasos sanguíneos do cérebro, geralmente relacionadas a AVCs, hipertensão e diabetes.

Essa combinação provoca um declínio cognitivo mais complexo e, muitas vezes, mais acelerado do que em casos isolados.

Sintomas: quando dois quadros se sobrepõem

Os sintomas da demência mista variam de acordo com o grau de comprometimento de cada tipo envolvido, mas costumam incluir:

  • Perda de memória recente (como no Alzheimer)
  • Dificuldades para tomar decisões e raciocinar (como na demência vascular)
  • Alterações de humor e comportamento
  • Problemas com linguagem e orientação espacial
  • Quedas frequentes e instabilidade ao andar

A evolução dos sintomas pode ser gradual ou ocorrer em etapas, dependendo da origem vascular envolvida.

Diagnóstico: um quebra-cabeça neurológico

Diagnosticar a demência mista exige atenção a múltiplos fatores. Os médicos recorrem a uma combinação de exames e análises:

  • Avaliação clínica e entrevistas com familiares
  • Testes cognitivos padronizados
  • Ressonância magnética ou tomografia computadorizada
  • Exames laboratoriais e acompanhamento de condições vasculares

Na prática clínica, muitos casos são identificados apenas em exames post-mortem, o que revela a complexidade da condição. Porém, com o avanço das tecnologias de imagem cerebral, os diagnósticos estão se tornando mais precisos.

Tratamento e cuidados

Ainda não existe um tratamento específico para a demência mista. Os cuidados são direcionados para:

  • Controlar fatores de risco vascular, como hipertensão, diabetes e colesterol alto
  • Utilizar medicamentos que atuam na memória e cognição, indicados para o Alzheimer
  • Reabilitação cognitiva, atividades físicas e terapia ocupacional
  • Apoio emocional e suporte familiar

O acompanhamento multidisciplinar é essencial para proporcionar qualidade de vida e segurança ao paciente.

Prevenção: uma aliada poderosa

Como a demência mista envolve causas vasculares, prevenir doenças cardiovasculares e manter o cérebro ativo são estratégias eficazes. Entre as principais recomendações estão:

  • Praticar exercícios físicos regularmente
  • Ter uma alimentação balanceada
  • Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool
  • Controlar o estresse e dormir bem
  • Estimular a mente com leitura, jogos e novas aprendizagens

Um desafio para a medicina e para as famílias

A demência mista exige sensibilidade, paciência e conhecimento. Para os familiares, compreender que os sintomas podem variar diariamente ajuda a lidar com o dia a dia com mais empatia.

Quanto mais se fala sobre o tema, mais chances temos de reconhecer os sinais precocemente e oferecer o suporte necessário. A informação, nesse caso, é uma das melhores formas de cuidado.

Se você busca um tratamento diferenciado e acolhedor, o Espaço Vidarte pode ser a solução para proporcionar mais qualidade de vida a quem enfrenta essa jornada.

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Demência Frontotemporal: A doença silenciosa que afeta personalidade e comportamento https://novo.obracht.com.br/demencia-frontotemporal-a-doenca-silenciosa-que-afeta-personalidade-e-comportamento/ https://novo.obracht.com.br/demencia-frontotemporal-a-doenca-silenciosa-que-afeta-personalidade-e-comportamento/#respond Tue, 18 Mar 2025 15:45:00 +0000 https://novo.obracht.com.br/?p=5184 A condição neurodegenerativa impacta o comportamento, a linguagem e a tomada de decisões, exigindo mais conscientização e pesquisas

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A demência frontotemporal (DFT) é uma doença neurodegenerativa que afeta os lobos frontal e temporal do cérebro, causando alterações na personalidade, no comportamento e, em alguns casos, na linguagem. Embora menos conhecida que o Alzheimer, a DFT tem um impacto significativo na vida dos pacientes e seus familiares. O distúrbio costuma surgir entre 45 e 65 anos, dificultando o diagnóstico precoce e tornando-se um desafio para médicos e especialistas.

Bruce Willis e o impacto da doença

O caso do ator Bruce Willis chamou atenção para a DFT. Em março de 2022, sua família anunciou sua aposentadoria devido à afasia, um distúrbio da linguagem. No ano seguinte, foi confirmado que sua condição havia evoluído para demência frontotemporal, esclarecendo as dificuldades de comunicação que ele enfrentava.

O ator Bruce Willis convive com a doença desde 2023

Seus familiares destacaram a necessidade de ampliar a conscientização sobre essa doença, muitas vezes desconhecida pelo público. O caso reforçou a importância do diagnóstico precoce e da busca por mais pesquisas sobre a condição.

Sintomas e impacto no paciente

Diferente do Alzheimer, que compromete a memória desde os estágios iniciais, a DFT se manifesta com mudanças comportamentais e dificuldades na comunicação. Os principais sintomas incluem:

  • Alterações no comportamento: Perda de inibição, impulsividade, apatia e comportamento social inadequado.
  • Dificuldades na linguagem: Problemas para encontrar palavras, compreensão prejudicada e, em casos graves, perda da fala.
  • Falta de empatia: O paciente pode se tornar indiferente às emoções dos outros.
  • Tomada de decisões prejudicada: Gastos impulsivos, dificuldades no planejamento e problemas de julgamento.

Essas mudanças afetam não apenas o paciente, mas também familiares e cuidadores, que enfrentam desafios emocionais diários.

Causas e diagnóstico

Ainda não há uma causa única para a DFT, mas fatores genéticos desempenham um papel importante. Estima-se que até 40% dos casos tenham histórico familiar da doença.

O diagnóstico pode ser complexo, pois os sintomas são frequentemente confundidos com depressão, transtorno bipolar ou abuso de substâncias. Para identificar a doença, médicos utilizam:

  • Ressonância magnética e tomografia, que detectam atrofia cerebral.
  • Testes neuropsicológicos, para avaliar funções cognitivas.
  • Avaliação neurológica e psiquiátrica, essencial para um diagnóstico preciso.

Tratamento e qualidade de vida

Ainda não há cura para a demência frontotemporal, mas algumas abordagens ajudam a melhorar a qualidade de vida do paciente:

  • Fonoaudiologia e terapia ocupacional: Auxiliam na adaptação às dificuldades diárias.
  • Medicações para controle dos sintomas: Antidepressivos e estabilizadores de humor podem reduzir impulsividade e agressividade.
  • Apoio psicológico: Fundamental para familiares e cuidadores que lidam com a progressão da doença.

A esperança na pesquisa

Cientistas seguem investigando novas terapias para retardar ou até interromper a progressão da DFT. Terapias genéticas e medicamentos experimentais trazem esperança para o futuro.

Enquanto isso, a conscientização sobre a demência frontotemporal é fundamental para garantir que pacientes recebam suporte adequado. O diagnóstico precoce permite melhor planejamento e cuidados, proporcionando uma vida mais digna e confortável para quem enfrenta essa condição.


Coluna Espaço Vidarte — Informação e bem-estar para você e sua família.

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